18 de ago. de 2011
Aula de Oxidação de Alcoóis (Orgânica!!!!rs)
Aula Solução Tampão (é fisqui, meninas rsrsrsrs)
16 de fev. de 2011
Um pouco mais sobre a Radioatividade
Química nuclear na medicina
A medicina nuclear envolve dois usos distintos de radioisótopos: terapia e diagnóstico. No uso terapêutico, a radiação é empregada na tentativa de curar doenças. Algumas formas de câncer, por exemplo, podem ser tratadas por radioterapia. As células do tumor cancerígeno são destruídas pelos efeitos da radiação. Embora o feixe radioativo seja apontado precisamente sobre o tumor, diversos efeitos colaterais acompanham o tratamento. As células da mucosa intestinal, por exemplo, são particularmente susceptíveis à radiação, fazendo com que os pacientes sofram de náuseas e vômitos.
![]() Fotoscan com I-131 da glândula tireóide de um paciente obeso |
Os radioisótopos também podem ser empregados com o propósito de diagnóstico, fornecendo informações sobre o tipo ou extensão da doença. O isótopo iodo-131 é usado para determinar o tamanho, forma e atividade da glândula tireóide. O paciente bebe uma solução de KI, incorporando iodo-131. O corpo concentra o iodo na tireóide. Após algum tempo, um detector de radiação varre a região da glândula e a informação é exibida, no computador, sob a forma visual. A figura é então chamada de fotoscan. O aparelho lê apenas a radiação gama, mas o I-131 também emite radiação beta. O tempo de meia-vida do I-131 é de apenas 8 minutos, o que faz com que toda a radioatividade cesse após algumas horas.
O radiosótopo ideal para uso de diagnóstico deveria possuir algumas qualidades: emitir partículas gama, pois estas tem um grande poder de penetração, e podem sair do organismo; não emitir, preferencialmente, partículas alfa ou beta; o tempo de meia-vida deve ser ideal: nem tão curto, que não possa ser detectado a tempo, nem tão longo, onde atividade ainda existiria após o diagnóstico. Felizmente, a natureza nos presenteou com um isótopo que atende a quase todas as necessidades: o tecnécio-99m, 99mTc. A letra m corresponde a metaestável: o isótopo pode perder alguma energia e se tornar estável. É isto o que ocorre: o átomo 99mTc emite uma partícula gama e se torna o átomo 99Tc, estável:
A energia da radiação emitida pelo 99mTc é idealmente correta, e o t1/2 é de 6 horas. O isótopo é largamente empregado na varredura dos rins, fígado, bexiga, cérebro e pulmões. Este isótopo tem substituído um grande número de outros radioisótopos menos ideais, e a demanda para a produção do 99mTc é muito grande, o que tornou o seu preço bastante alto.
99mTc
99Tc + gama
Fonte:qmcweb
leia o artigo completo em: http://www.qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/nuclear/medicina.html
Calendário
7 de fev. de 2011
ESTAMOS VOLTANDO!
12 de mai. de 2010
Convocados para a Seleção Brasileira!
7 de mai. de 2010
Vazamento de Petróleo no Golfo do México - Perigo de exploração em águas profundas!
As autoridades dos Estados Unidos intensificaram nesta sexta-feira (7) os controles de qualidade de água, ar e as provisões de pescado e marisco após a chegada a costa do vazamento do Golfo do México na véspera.
Uma reserva da fauna nas ilhas localizadas frente ao litoral da Louisiana foi fechada devido à contaminação causada pelo vazamento de petróleo da BP, enquanto equipes de emergência tentavam limpar a costa.
Enquanto isso, a BP, concessionária da plataforma afundada em 22 de abril, finalizou a instalação de uma enorme caixa com a qual quer recolher grande parte do petróleo que flui para o mar.
A companhia acredita que a estrutura retangular de mais de 12 metros de altura que será instalada a 1,5 mil metros de profundidade vai conseguir recolher até 85% dos cerca de 800 mil litros de petróleo jogados nas águas do Golfo do México diariamente.
Óleo sobre a superfície do mar nesta sexta-feira (7) próximo ao local do vazamento. (Foto: AP)Posteriormente, o óleo será bombeado para um petroleiro na superfície através de um encanamento instalado na parte superior da caixa de contenção.
O sucesso da operação é chave para frear o impacto da catástrofe, que a Casa Branca catalogou como um "desastre nacional".
Margot Stiles, uma bióloga marinha da organização Oceana, explicou que a situação é "muito grave" já que coincide, além disso, com a temporada de reprodução de muitos peixes.
Stiles assinalou que se a mancha desembarcar totalmente no litoral danificará "os mangues, as algas, as ostras e também as tartarugas e aves que ficam na região", mas insistiu que o impacto será sentido também na fauna marinha em alto-mar, como golfinhos e baleias.
Sabem quantas plataformas existem em nosso litoral?? Hein??
